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Água Micelar Bifásica, Garnier X Água Micelar Bifásica, Nivea

05 abril 2019

Eu já resenhei esses dois produtos por aqui (Garnier e Nivea), e como eles prometem a mesma coisa, resolvi fazer uma batalha entre as duas. Até porque vi tanto falatório quando lançaram a bifásica da Nivea no Brasil, que achei que valia a pena falar mais dela e mostrar mais claramente se ela é efetiva ou não. Importante mencionar: eu sei que a água micelar da Garnier não vende no Brasil, ainda. Mas aqui na Espanha elas são os produtos equivalentes de cada marca, prometem a mesma coisa e tem o mesmo valor. A Garnier oferece esse produto também na versão de 400ml, mas como eu não tenho o hábito de usar água micelar no dia a dia, comprei a versão de viagem porque além de mais barata é mais prática de carregar por aí.


Ambas tem a recomendação de agitar bem antes de utilizar e umedecer um algodão para retirar a maquiagem do rosto. As duas indicam que não é necessário lavar o rosto após utilizar o produto. 

O primeiro teste que fiz foi para retirar a maquiagem do rosto, bem básico. Maquiagem com base, corretivo, bronzer, blush, iluminador, sombras, batom e máscara de cílios waterproof. Um lado removi com a água da Garnier e do outro lado com a água da Nivea.

Fiz exatamente a mesma coisa de cada lado, umedeci bastante o algodão, deixei ele em cima dos olhos por 10 segundos, e só depois fui removendo. Utilizei um algodão grande dos dois lados, mais a metade de outro com ambos os produtos. Ou seja, eles tiveram a mesma eficiência em remover a maquiagem, inclusive a máscara waterproof. Convém falar que tive um pouquinho mais de trabalho para remover a base e os brilhos que estavam no rosto com a água da Nivea, mas foi uma diferença bem sutil mesmo.




A água da Nivea não tem fragrância, coisa que a da Garnier tem de sobra e o cheiro fica no rosto depois da aplicação. Mas sinto a pele mais macia depois de usar a da Garnier, a da Nivea achei que a pele ficou mais ressecada.


Outro teste que fiz foi o de aplicar batom vermelho desses difíceis de sair, no caso o da Mariana Saad para Payot, no braço e retirar o produto com uma só passada de algodão umedecido. Nesse caso tanto a da Nivea, quanto a da Garnier tiveram o mesmo desempenho.




O que pude perceber depois desses testes foi que esses dois produtos são MUITO similares quando falamos de retirar a maquiagem, mas o acabamento que deixa na pele é o que difere uma da outra. Como não gosto de produtos que deixam a pele mais ressecada, a da Garnier acaba ganhando pontos. E tem um perfume que não me incomoda, acho até gostoso. Então por esses motivos finais, a da Garnier acaba ganhando essa batalha. 

Pra finalizar: sigo achando que usar produtos demaquilantes, cleasing balm e cleasing oil são MUITO mais eficientes para retirar a maquiagem do rosto. Esses dois últimos são muito mais gentis e deixam a pele muito mais macia e saudável. Fato! Não sou fã de remover qualquer coisa do rosto com algodão, desde que incorporei esse hábito, a textura da minha pele está muito melhor. Sem falar que mesmo quando uso água micelar, o que é raro, lavo o rosto após. 


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